O Coletivo Nacional de Lésbicas Negras Feministas Autônomas - Candaces BR, através de sua regional Centro-Oeste (Anápolis, Goiânia), participou neste domingo, dia 21 de setembro da Organização da 12º Parada de Goiania, lendo o manifesto feministas anti-capitalista, para um público de 100 mil pessoas. Foram mais de três horas de manifestações culturais e falas políticas no palco que foi montado para ONGs e redes convidadas e no trio oficial da parada, onde o as lésbicas negras se fizeram presentes, abrindo uma nova era no movimento LGBT de Anápolis.
A Coordenadora Regional do Coletivo Candaces BR/Centro-Oeste, Cintia Clara declara: "Este processo, para o Coletivo Candaces BR, foi fruto de muita luta e perseverança onde mostramos para que existe esta organização, existimos para pontuarmos a luta de combate ao racismo e inclusão na pauta do movimento LGBT das especificidades das lésbicas negras e formarmos um bloco unitário de propostas que auxiliem no avanço dos direitos humanos da comunidade lésbica de Anápolis". Rejane Ribeiro do Coletivo Candaces BR de Goiânia, também enfatiza a importância da organização das lésbicas negras nos processos das Paradas LGBT brasileiras: "Para nós, Candaceiras de Goiânia, a organização e o planejamento de ações das lésbicas negras para o movimento LGBT no Brasil se fazem necessários pela questão do combate ao racismo institucional e também para garantirmos os direitos à Saúde das Lésbicas Negras, bem como a visibilidade de nossas especificidades".
Agora rumo a 3ª parada de Anapólis, dia 28 de Setembro a partir das 12h na tenda da Diversidade Cultural e Humana ' Prevenção é Saúde' em parceria Sociedade Oásis e programa de DST/AIDS.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Inauguração da sede do Grupo Conexão G
Grupo Conexão G inaugura sede para atuar como centro de referência para população LGBT da favela.
O Grupo Conexão G realiza, no dia 27 de setembro, a inauguração de sua sede no Complexo de Favelas da Maré, zona norte do Rio de Janeiro.
Atuando desde 2006 na defesa da diversidade e da paz nas favelas, enfatizando a liberdade de expressão sexual e os direitos humanos, o Conexão G visa se tornar um centro comunitário de referência para a promoção da cidadania da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) moradora de favelas.
Atuando desde 2006 na defesa da diversidade e da paz nas favelas, enfatizando a liberdade de expressão sexual e os direitos humanos, o Conexão G visa se tornar um centro comunitário de referência para a promoção da cidadania da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) moradora de favelas.
O evento contará com uma mesa de debate em comemoração a abertura de sua sede, na qual o tema será “Homossexualidade e favela”. Foram convidados para participar do encontro a pesquisadora Silvia Ramos (Centro de Estudos de Segurança e Cidadania/Universidade Cândido Mendes), a coordenadora da ONG Centro de Promoção da Saúde Kátia Edmundo, a presidente do Movimento D´Ellas Yone Lindgren, a presidente da Redes Desenvolvimento da Maré Eliana Souza, a presidente do Astra-Rio Marjorie Macchi e o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ).
A abertura do centro de referência contará ainda com o superintendente da Secretaria Estadual de Direitos Individuais Coletivos e Difusos, Cláudio Nascimento. “É preciso criar um espaço de respeito.
Abrindo este centro de referência faremos com que, de fato, não fiquem só no papel nossos direitos como cidadãos. Pretendemos atender esta população na questão da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e Aids e reivindicar mais atenção nas políticas públicas para este público”, afirma o presidente do Grupo Conexão G Gilmar Santos.
Abrindo este centro de referência faremos com que, de fato, não fiquem só no papel nossos direitos como cidadãos. Pretendemos atender esta população na questão da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e Aids e reivindicar mais atenção nas políticas públicas para este público”, afirma o presidente do Grupo Conexão G Gilmar Santos.
Formado por militantes gays moradores do Complexo da Maré, o Grupo Conexão G quer chamar a atenção para a necessidade de incluir a luta contra a homofobia na agenda política dos movimentos de favelas e para a necessidade de combater a exclusão de líderes LGBT e de pessoas vivendo com HIV/Aids nesses espaços. Em fevereiro, o grupo lançou a campanha “A Maré contra a homofobia DST/Aids - diversidade sexual e paz nas favelas” a fim de denunciar violações dos direitos da população LGBT.
O centro comunitário pretende atender e dar visibilidade às demandas deste público, fazendo a articulação entre poder público e sociedade civil.
Serviço Inauguração da sede do Grupo Conexão G - Centro Comunitário de Referência para a População LGBT
Data: 27 de setembro de 2008
Horário: 15h
Local: Rua Sargento Silva Nunes 1012, Nova Holanda – Maré (em frente a Redes Desenvolvimento da Maré)
Mais informações pelo e-mail gilmarconexaog@yahoo.com.br ou pelo telefone (21) 8246-8262.
GILMAR SANTOS Presidente do Grupo Conexão G, a nossa missão é atuar na defesa da diversidade e da paz nas favelas enfatizando a liberdade de experssão sexual e os direitos humanos.
sábado, 13 de setembro de 2008
NOVAS CORES À FAVELA
A favela brasileira agora tem outras cores. Deixou de ser um espaço de Brasil, lembrado pelos tempos da escravatura e dos retrocessos político-econômicos, para dar lugar a um local singular e plural, em outras palavras, a uma nação multicor: verde, amarelo, branco, preto e, também, rosa. Chegou a vez de mostrar e reafirmar a sociedade que a Favela Brasileira também é gay. Gay em alegria, em força e em consciência social.
Isso mesmo! Favela Gay é o novo momento escolhido pela Central Única das Favelas para debater, pôr em ação e cobrar melhores práticas a favor deste movimento crescente de cidadãos comuns e iguais a todos, perante a lei. É esse o principal objetivo: a luta por Direitos Humanos e Políticas Públicas, o caminho para garantir a cidadania de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais.
É hora de mostrar à sociedade que, enquanto existirem cidadãos cujos direitos fundamentais não sejam respeitados em razão de discriminação por orientação sexual, raça, etnia, idade, credo religioso ou opinião política, não se poderá afirmar que a sociedade brasileira seja justa, igualitária, democrática e tolerante. Estamos construindo uma cultura de paz nestas favelas de um Brasil que é Gay!
Isso mesmo! Favela Gay é o novo momento escolhido pela Central Única das Favelas para debater, pôr em ação e cobrar melhores práticas a favor deste movimento crescente de cidadãos comuns e iguais a todos, perante a lei. É esse o principal objetivo: a luta por Direitos Humanos e Políticas Públicas, o caminho para garantir a cidadania de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais.
É hora de mostrar à sociedade que, enquanto existirem cidadãos cujos direitos fundamentais não sejam respeitados em razão de discriminação por orientação sexual, raça, etnia, idade, credo religioso ou opinião política, não se poderá afirmar que a sociedade brasileira seja justa, igualitária, democrática e tolerante. Estamos construindo uma cultura de paz nestas favelas de um Brasil que é Gay!
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Favela Gay
Este é um blog de discussão criado pela cufa, onde o assunto é preconceito contra os Gays.
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